
Socorro-me dos vultos que passam
Para fazer uma vida
A sombra estranha da ternura
O corpo torturado
a tristeza de sempre.
Vogo e gostava de sangue
a maldita lâmina que não desce,
quero o gosto do meu sangue
toda a morte possível antes da meia-noite.
Quero mutilar este corpo doente
Esconder o silêncio, nos silvos dementes
De uma multidão em fúria,
“professor canalha, seu canalha, Lolita,
Lolita, pobre Lolita,
Lolita…”
F.B. (...uma mente privilegiada...)
13Nov98
Axas mesmo???
Afixado por: Roxy em setembro 29, 2004 07:14 PM