...detesto-a!!!
Melhor, ...desprezo-a!!!

Tenho pensado muito no valor da lealdade, um princípio elementar incrustado na minha personalidade, por obra de meus pais que a moldaram assim. Dou lealdade e cobro lealdade e não acredito na firmeza de nenhum relacionamento, de qualquer natureza, conjugal, sentimental, amoroso ou profissional, sem lealdade.
Se não há lealdade entre as pessoas, não há sinceridade e o relacionamento se assenta em castelo de areia. Falta solidez, falta franqueza, falta o cruzar de olhares que não piscam, nem se desviam, porque nada temem. Falta a pureza de alma, o coração aberto, a consciência tranquila.
Quando alguém não é leal em um relacionamento, tudo é irreal, falso. A alma não se expõem, o coração não se abre, a consciência não se tranquiliza e tudo o mais não passa de um mundo de mentiras, com valores falsos que induzem ao erro.
A deslealdade é perniciosa, destrutiva, repugnante e só a pratica quem não conhece o valor do outro lado, a importância da sinceridade, da verdade, desses sentimentos fortes que estabelecem relações duradouras, que são positivas, que são para o alto e não baixo, que constróem e não destróem, que fazem o bem e não o mal.
Deslealdade é fingimento, é dissimulação, é o cultivo de valores menores, é negar a quem a exerce o direito de viver em paz, pois, não creio que conheça a paz, quem mente, quem esconde, quem omite, quem engana, já que todos esses factores são negativos, destrutivos e induzem a erros a vítima da deslealdade.
O homem desleal só está preocupado consigo mesmo, quer tirar proveito ou desfrutar de alguma vantagem, ou ainda se poupar de qualquer envolvimento em situações que a verdade produz. É cômodo alhear-se, mentir, ocultar, mas é bom? Não creio que seja bom nem para quem assim age.
Só a verdade, ainda que dura e cruel, constrói, e nós temos o dever de praticá-la, custe o que custar, para o bem do nosso próximo e também para nós mesmos. Ninguém gosta de ser salvo de deslealdade. Logo, uma viagem ao nosso interior vai mostrar que não devemos oferecer aos outros o que não queremos que nos ofereçam.
(?)
"Tou" cansada, que me "esmifrem" a alma, que reclamem a minha sensatez, "única", que me suguem a "razão", que explorem as minhas capacidades acima da média, que me "bebam" a inteligência, que desejem o meu corpo, sem "preço", que se usem da minha "diferença" e depois, porque não sabem lidar com a "besta", que eu sou, me ponham o rótulo na testa, "FDP"!!!"
* Leia-se (Filha da puta)!
...Já chega, "pá"!!!
..."tou" cansada...!!!
- Vão-se foder, mais a vossa "religião"!!!
Há horas em que nos revoltamos. Não é Roxy?
Bom trabalho.